A graduação garante independência financeira? Entenda!

Já pensou em nunca se preocupar com dinheiro? Poder viajar constantemente, comprar um carro, ter seu imóvel e construir uma família. Fazemos muitos planos ao longo de nossas vidas, mas todos eles giram em torno de um fator comum: independência financeira.

E você já parou para refletir sobre como sua formação educacional influencia muito nessa trajetória? Afinal de contas, tornar-se financeiramente independente é resultado de um trabalho de construção que você começa ainda jovem, e a graduação é um dos pontos-chave nesse caminho.

Como queremos que você seja uma pessoa bem-sucedida, decidimos escrever este post para te explicar o real significado do que é independência financeira e dar dicas para alcançar esse objetivo. Vem com a gente!

O que significa independência financeira?

A independência financeira vai muito além de ter dinheiro suficiente para pagar uns boletos e jantar fora de vez em quando. Digamos que você trabalhe e saia do emprego. Quanto tempo você conseguiria viver sem esse salário? Provavelmente você precisaria se recolocar rapidamente para ter aquele dinheiro contado no fim do mês o quanto antes.

Independência financeira também não é simplesmente ter um emprego bom e com salário alto. Você só poderá se considerar financeiramente independente no dia em que tiver um fluxo de renda mensal capaz de suprir todas as suas despesas e manter seu padrão de vida por tempo indeterminado.

Isso significa que você deverá garantir seu crescimento profissional e começar a utilizar seu dinheiro da maneira correta. Deverá criar alternativas que complementem seu salário de maneira que haja capital caindo na sua conta, independentemente do seu salário oficial. O nome disso é investimento.

Por isso, você precisa ter um plano econômico pessoal que possa ser alimentado a partir do seu trabalho, a fim de que em algum tempo você possa ter força financeira para realizar seus sonhos.

Por que a graduação é o primeiro passo para atingir esse objetivo?

Uma pesquisa divulgada recentemente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) comprovou que pessoas com um diploma de graduação ganham, em média, R$ 5 mil por mês. Já quem apenas concluiu o ensino médio tem um salário na casa dos R$ 1.700. A situação é ainda mais crítica para pessoas sem qualquer escolaridade. O salário delas é de pouco mais de R$ 800.

Mas por que essa diferença tão grande? O motivo é simples: a graduação é o início da sua jornada de qualificação profissional. Por meio dela, você vivenciará conhecimentos indispensáveis ao mercado de trabalho e terá uma formação educacional superior à da maioria da população.

E graças à universidade você poderá, ainda estudante, participar de processos seletivos em grandes empresas e, uma vez contratado, começar a trilhar seu caminho rumo à sua independência financeira.

Claro que, como dissemos, a graduação é somente o primeiro passo. Mais adiante, você precisará realizar especializações na sua área, muitos cursos de capacitação e ter uma boa rede de contatos para galgar melhores oportunidades.

Como sua independência financeira depende de uma fonte de rendimentos com a qual você possa trabalhar para que ela aumente de volume, ingressar na universidade é fundamental para alavancar esse crescimento.

Como é possível se planejar?

Separamos aqui algumas dicas essenciais para que você desenhe um mapa que te levará rumo à independência financeira. Confira a seguir!

1. Planeje seu futuro

A realização de qualquer sonho depende de planejamento. Como você se vê em 5, 10 ou 15 anos? Se não parou para pensar nisso ainda, a hora é agora. Trace seus principais objetivos pessoais e profissionais e determine o que é necessário para atingi-los, sempre com metas e prazos.

Faça uma projeção de quanto dinheiro será necessário para cumprir cada etapa. A partir daí, você terá noção de quanto precisará investir e começará a raciocinar sobre como encontrar meios de ganhar dinheiro para isso.

Não se autossabote, caso seus sonhos sejam audaciosos. Você tem muito tempo pela frente. Então, se tiver foco desde já, há boas chances de que o planejamento se torne realidade.

2. Nunca gaste mais do que você ganha

A primeira regra para qualquer planejamento financeiro é não deixar seu dinheiro escoar pelo ralo. Você terá de controlar muito bem suas finanças e, o principal, guardar mês a mês uma parte de seu salário. Para isso existem várias formas de investimento, sobre as quais falaremos brevemente adiante.

Se você é um consumidor compulsivo e sai comprando tudo que vê pela frente, terá de mudar esse hábito. O consumo consciente terá um papel imprescindível para que você possa usufruir de parte dos seus rendimentos, sem grandes privações, mas também sem se complicar com as contas.

Cuidado com as prestações, especialmente se as compras forem parceladas no cartão de crédito. Muita gente se enrola tanto nas dívidas que fica refém dos juros bancários e das operadoras do cartão. Os casos são tão graves que, às vezes, é necessário recorrer a processos judiciais por conta de juros abusivos e prestações impagáveis.

3. Entenda seu dinheiro

Infelizmente, a educação financeira não é uma prática cultural no Brasil. Então, se você não aprendeu a lidar com suas finanças, perca o receio. Imagine que você é uma empresa e precisa ser muito bem gerenciado. Utilize planilhas para registrar suas receitas, despesas, contas fixas, investimentos.

Observe quais são as tarifas que você paga pelos diversos serviços que contratou, sejam eles a conta corrente no banco, seu telefone celular, sua academia ou o app de música. Quais são os encargos embutidos em tudo isso? E além: será que você precisa de todos esses serviços? Dá para pagar menos?

Com total controle sobre suas finanças, você conseguirá administrar o que entra e sai e terá mais facilidade para poupar.

4. Invista uma parte do seu salário

Já ouviu aquele ditado de que “dinheiro atrai dinheiro”? Essa é a mais pura verdade. Quando mencionamos acima que é necessário guardar dinheiro, não significa deixar parte do seu salário parado na conta.

Existem muitas formas de você aplicar seu dinheiro e ter rendimentos maiores ao final do mês. Há aplicações para todos os tipos de perfil, dos mais conservadores até os de alto risco. Na prática, quer dizer que ao escolher determinado tipo de investimento as chances de você perder dinheiro são grandes, pequenas ou nulas.

Por exemplo, a poupança, a renda fixa e o tesouro direto são aplicações de baixo risco e você não precisará se preocupar tanto. Basta injetar quantias periodicamente e elas passarão a contabilizar juros de rendimento.

Já o mercado de Forex (compra e venda de dólares) ou as ações da Bolsa de Valores são operações de alto risco, pois dependem da variação cambial e da oscilação do mercado. Se você não acompanhar muito bem, nem tiver ajuda de uma corretora especializada, pode ter prejuízo.

Independentemente do que você conseguir fazer, saiba que existem investimentos que começam com um valor muito baixo. A ideia é não ser imediatista. Não espere que de hoje para amanhã você acorde milionário. Invista um pouquinho por mês para que em médio prazo você já comece a ter uma conta bancária mais recheada.

Por último, não dê a desculpa de que não tem dinheiro para guardar. Com menos de R$ 100 você já pode começar a trabalhar seu dinheiro.

Esperamos que este artigo tenha ajudado você a entender definitivamente o que é ter independência financeira e como a graduação tem importante papel nessa jornada. Então, comece agora a pensar sobre quais são as carreiras que mais têm seu perfil e trace uma jornada de sucesso. Em poucos anos, o resultado estará em suas mãos.

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