O mercado de placas solares e a Engenharia Elétrica

Você sabia que energia proveniente dos raios solares é a fonte energética que mais cresce no mundo? Diante da crise energética mundial, pesquisadores apostam no sol para uma geração mais limpa e renovável de energia. As placas solares são as responsáveis por coletar a luz solar.

De acordo com levantamento feito pela Agência Internacional de Energia (IEA), a estimava é que até 2050, 11% da oferta de energia elétrica no mundo seja proveniente do sol, o que é equivalente a aproximadamente 5 mil TWh. No Brasil, a expectativa é que cerca de 18% dos imóveis produza energia elétrica, através do sistema solar fotovoltaica (8,6 TWh).

Como foi possível observar nos dados divulgados pela IEA, a tendência é que uso da energia solar aumente a cada ano, pois essa é uma alternativa econômica e sustentável. Com mercado em ascendencia é esperado que exista profissionais capacitados para executar as instalações e dar assistência a projetos de geração de energia através da luz solar.

O Brasil tem um grande pontencial em irradiação, sendo assim a possibilidade de emprego na área é certa. Para saber mais sobre a influência da energia solar e o curso de engenharia elétrica, preparamos este post. Vamos conferir?

Energia solar térmica

Existem duas maneiras de captar energia solar através dos raios solares, são elas: térmica e fotovoltaico. A primeira é conhecida, basicamente, por aquecer a água do seu imóvel, como chuveiros, pias e piscina. Através de coletores (placas solares) o sistema absorve a luz solar e aquece a água — que pode chegar a 60ºC — dependendo da instalação, clima e consumo.

Além das placas solares, o aquecedor conta com um reservatório térmico, que é responsável por armazenar toda a água quente. Essa reserva pode ser usada em qualquer hora do dia, independente do horário, se adequando a rotina dos usuários. Ao instalar um aquecedor em casa desses em um imóvel, é possível economizar cerca de 30% nas contas de energia elétrica.

Energia solar fotovoltaica

O sistema fotovoltaico trabalha com a conversão da energia solar em energia elétrica, através da captação da irradiação por placas solares. Ou seja, quanto mais energia solar maior será a produção. Além disso, até mesmo em dias nublados e chuvosos é possível gerar energia já que tem luz solar.

Existem duas categorias de sistema fotovoltaico: on grid e off-grid. Em ambos as placas solares fotovoltaicas transformam os raios solares em energia elétrica causando o efeito fotovoltaico. A diferença está no local que essa energia gerada é armazenada.

Na categoria on-grid, também conhecida como grid-tie, o inversor solar exerce a função de conversão de corrente contínua (CC) em corrente alternada (CA), além de sincronizar o sistema a rede pública. Já o sistema off-grid é sustentado por baterias que são utilizadas como dispositivos de armazenamento.

Com a instalação do on-grid o consumidor consegue economizar até 95% nas contas de luz, pagando somente o mínimo para distribuidora de energia. A categoria off-grid é menos eficiente e mais cata do que a on-grid, porém é independente das concessionárias e coopertivas de energia, ou seja, não é preciso pagar mais conta de luz.

Para áreas remotas, o sistema off-grid é mais indicado, pois seu armazenamento é feito por baterias, sem precisar de rede de energia. Para imóveis, como residência, empresa ou indústria, a categoria on-grid é mais recomendada pois seu custo é mais baixo e sua eficiência maior.

Diferença entre energia térmica e fotovoltaica

Apesar dos dois modos de geração utilizarem placas solares, existem diversas diferenças entre o aquecedor solar e sistema fotovoltaica. A primeira só aquece água a outra já tranforma em energia solar em elétrica, ou seja, essa geração pode ser usada em qualquer aparelho eletroeletrônico.

No caso dos aquecedores solares, provavelmente, será preciso fazer obras no espaço. Já o sistema fotovoltaico é ligado diretamente na rede e não precisa de reparo nenhum, ou seja, menos um gasto.

Profissionais da área

Como já foi citado anteriormente, o investimento em energia solar está em ascendente crescimento pelo mundo. No caso do Brasil não é diferente, mesmo com a crise econômica, o mercado geração de energia vem sendo explorado e se desenvolvendo em mais de 300%. No ano de 2014, de acordo com Aneel, haviam apenas 396 sistemas fotovoltaicos homologados. Em 2017, o Brasil conseguiu ultrapassar a marca de dez mil unidades de microgeração

Segundo com o levantamento feito pela International Renewable Energy Agency (IRENA), se espera que até este ano, o país consiga se classificar entre as 20 maiores potências mundiais em geração de energia solar. Para que o Brasil alcance essa marca é preciso que existam além de políticas de incentivo, profissionais capacitados.

Mas, que tipo de especialização eu preciso ter para trabalha nesta área? Diversos profissionais podem trabalhar no ramo, como administradores e vendedores. Porém, para aqueles que querem trabalhar diretamente com  o produto, fazendo planejamento,  projetos e instalações de placas solares, devem optar por fazer um curso de técnico ou uma graduação como Engenharia Elétrica.

Engenharia elétrica no Unifeem

O curso de Engenharia Elétrica do Unifemm, em parceira com a UniverCemig, tem o intuito de formar profissionais capacitados para desenvolver projetos e gerenciar operações, montagens e manutenções em sistemas, indústrias ou em equipamentos de de controle elétrico e mediação.  Além disso, no curso o aluno pode desenvolver estudos e projetos da área voltados, principalmente, para gestão, qualidade e geração de energia elétrica.

Para a geração, desenvolvimento e garantia do setor tecnológico, econômico, a eletricidade se faz necessária. Por essa é outras razões o mercado necessita de engenheiros eletricistas que estejam altamente capacitados para continuar  desenvolvendo o setor.  O aluno que optar por fazer um curso de Engenharia Elétrica do Unifemm além da parte teórica terá a formação prática uma formação prática.

A estrutura curricular do curso é montada com o objetivo de preparar os alunos para se tornarem profissionais capacitados para explorar diversas áreas, por exemplo, Eletrônica, Eletrotécnica, Eletrônica, Microeletrônica, Computação e Telecomunicações, Automação industrial e Comercial, o que permite uma visão geral de todo e qualquer funcionamento entre as principias tecnologias aplicadas nas industrias e no setor elétrico.

Diferenciais do Curso

  • Curso realizado em parceria com a CEMIG;
  • O graduando pode contar com um corpo docente, formado por professores Mestres e Doutores, altamente qualificado e atuante no mercado.
  • Diversas parcerias para estágio, como Ambev, Itambé, Indústria de Tecidos Cedro Cachoeira, Brennand Cimentos, Iveco, Embrapa, IEF, Caterpillar, EMATER, EPAMIG e Cimentos Liz;
  • Aulas práticas em laboratórios da UniverCemig, com excelência em Sistema Energético;
  • Amplas perspectivas profissionais e de carreira no setor de energia;
  • Curso reconhecido pelo MEC com nota 4;
  • Alunos e professores em constante participação em eventos científicos nacionais e internacionais;
  • Estrutura curricular voltada para o desenvolvimento de competências e habilidades nas áreas de automação, controle e eletrônica, permitindo ao aluno uma visão global do funcionamento de tecnologias aplicadas às industrias, setor elétrico e de energia.

No Unifemm a duração do curso de Engenharia Elétrica é de 5 anos, o investimento gira em torno R$ 1.358,00 (integral) e R$ 679,00 (Juro Zero Unifemm). As aulas são ministradas em Sete Lagoas – MG, no período noturno.

Atento ao mercado de energia solar  o Unifemm Business School (UBS) também fundou no primeiro semestre de 2017 o curso de pós-graduação em Sistemas Fotovoltaicos.

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